Poema - Eterno Cazuza
(...) Hoje eu acordei com medoMas não chorei nem reclamei abrigoDo escuro, eu via um infinitoSem presente, passado ou futuroSenti um abraço forte, já não era medoEra uma coisa sua que ficou em mim (que não tem fim)De repente, a gente vê que perdeuOu está perdendo alguma coisaMorna e ingênua que vai ficando no caminho Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminadoPela beleza do que aconteceu há minutos atrás
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