domingo, 23 de setembro de 2012

Não sou esse tipo de mulher de sociedade

       Pensei que lhe conhecia, mas percebo que tão pouco conhecia  a mim mesma. Tão pouco tempo estamos juntos, tão pouco beijos e juras de amor foram trocados. Contaria os dias e as horas que olhamos um nos olhos do outro. Acabou o amor e sobrou fachada. Na mesma corda bamba levamos um relacionamento que diziam que seria para sempre. Seus amigos te admiram por seu status e por ter uma mulher linda que cuida de você. Pois eu não. Nunca te admirei, fui ludibriada, assim como notícias de "jornalesco" de cidade pequena, que engana e não conta imparcialmente o fato. 
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Implacável é essa minha vontade de viver, de viver sem você. Pequena borboleta que sou, pensei que ter asas seria ter a liberdade, muito menos imaginava os predadores invisíveis que estariam a minha espera, só esperando que eu saísse do casulo. 
  Engana te a pensar que isso me impedirá de voar, um dia a pequena borboleta notará que ela é diferente do que a sociedade pensa, e em um belo dia notará que tem asas de gavião. 

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